Chove chove milharal
Chove junta sem parar
Chove treme e descompassa
A toca velha do pardal
Chove chove milho azul
Que fica azul na luz do mar
Onde decende do reflexo lunar do seu olhar
Só reparo no doce dos reflexos
Só penso em ti no milharal
Separando -- Te interrompo e beijo
Sabor doce de nós duas
Na chuva...
Eu e voce no infinito
O infinito de nos duas
Onde os sentimentos sao só nossos
Protegidos pelo nosso amor e guardados a sete beijos
As palavras das navalhas castidas
as pocilgas das poças aridas
o odio da minha veia escorre
pra fora com véu podre
com véu casto pronto pra matar
sem céu sem vento sem luz pronto pra derrubar dilascerar
posto meu inventário bélico
descamado e cheio de marcas pretas
de odio e casto
de poço sem fundo
de carros queimados
pegando fogo ao luar
que me deito sem pensar e tiro as roupas cansativas do tremor ao perigo
Cai um boneco em cima do piano
No palco polido e velho
Onfe passam moscas a noite
Que ninguen ve
Que ninguem sente
Ela some no dia
Parada, a bailarina chora magoas de veroes nao-vividos e sonhados sem um chao pra pisar sem alguem pra dançar porque será precisa esperar pra deliciar o amor entre eu e voce amar e escaldar nosso caldo divino e terno nosso
Sunday, 9 August 2015
MILHOES DE POEMAS
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